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O piloto que foi “salvo” pelo número…

Nesta era em que tudo é aparentemente permitido e feito às claras, o "motard" francês Hugo Payen encontrou a sua grande oportunidade de obter "dinheiro fácil" para participar no próximo Rali Dakar 2012

É coisa de homens e há uns anos valentes este “caso” tinha tudo para não passar de uma golpada para conseguir promoção fácil, mas não lhe permitiria alinhar assim corrida nenhuma. Mas já lá vão os tempos do pudor e dos bons costumes, em que tudo se fazia como hoje, mas às escondidas. Nesta era em que tudo é aparentemente permitido e feito às claras, o “motard” francês Hugo Payen encontrou a sua grande oportunidade de obter “dinheiro fácil” para participar no próximo Rali Dakar 2012 quando viu o número que a organização lhe tinha atribuído. Esse mesmo, o mais malandro dos números conjugados na casa decimal! Se a ASO lhe tivesse dado o número 70, Payen provavelmente estava tramado e iria pagar do seu próprio bolso esta aventura em moto pela América do Sul, mas bastou-lhe receber o dorsal com o número 69 para desde logo assinar um contrato com a produtora cinematográfica Marc Dorcel, que tem como lema “Luxúria desde 1979”. E juntamente com um cheque de 20.000 euros, Marc Dorcel fez a participação de Hugo Payen ser apadrinhada [ou será mais correcto dizer amadrinhada?…] pela sua principal estrela, a jovem Anna Polina, que fez questão de posar junto ao piloto e à sua máquina. Polina será, de resto, “fiel” companheira de Payen ao longo da prova, já que a sua imagem decora os flancos da moto, numa imagem em que, literalmente, deixa tudo a nu!

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